quinta-feira, 31 de março de 2011

A ESTRADA E A PONTE

A ESTRADA E A PONTE

Numa simples e humilde estradinha que ligava várias cidades pequenas, único acesso daquelas comunidades, havia uma velha ponte de madeira.

Debaixo da velha ponte passava um riacho que na época das chuva enchia-se o seu leito, e vez por outra, por pouco não cobria a velha ponte de madeira.

A velha ponte insatisfeita de tanto ver seu alicerce molhado constantemente pelas águas do riacho, passou a reclamar de sua sorte e pensou: “como pode uma estrada tão esburacada e de caminhos e curvas tão perigosas ter uma ponte de madeira tão linda como eu?”.

Tristonha com este seu destino, ela resolveu não mais permitir que as pessoas e os veículos transitassem por sobre sua estrutura, exigiria que melhorassem a estradinha por onde estava situada, fazendo assim, jus a sua beleza e serventia.

Após um período de estiagem, chegou a época das chuvas, e novamente o riacho encheu-se, molhando mais uma vez a base da velha ponte de madeira.

Amargurada pelo seu viver, recusou a servir as pessoas e as comunidades as quais necessitavam e, parte de sua estrutura desabou.

Satisfeita com sua atitude e egoísmo, era tudo alegria no seu íntimo, assim não permitiria mais que passassem pela estradinha esburacada.

Sorria no seu interior com a sua conduta !

Como a pequena estradinha ficou intransitável, logo apareceram os responsáveis para reparar os estragos que ali haviam ocorrido na base da velha ponte de madeira.

Imediatamente após cessarem as chuvas, vieram os maquinários e derrubaram a velha ponte de madeira, construindo em seu lugar uma nova ponte de concreto.

Assim, ocorre com muitas pessoas. Muitos de nós quando nos olhamos só enxergamos a nós mesmos, e não somos capazes de notar os nossos defeitos. Muitas vezes nos caminhos da vida o que nos liga à felicidade é uma estradinha simples e humilde com alguns buracos, e que não valorizamos o seu percurso ...

Nós muitas vezes não percebemos os potenciais de nossos semelhantes. Preferimos isolar a ajudar alguém. Algumas vezes não somos notados pelos outros, e queremos chamar a atenção, como uma linda ponte de madeira que não liga a caminho algum.

Devemos aceitar o que somos na vida, reconhecer a beleza em nossa alma e auxiliar a todos a perceberem que eles podem superar as suas dificuldades também, mesmo que o pequeno riacho molhe sua base.

Se mantivermos simples e humildes como uma estradinha, seremos espelho para as outras pessoas, mostraremos que elas são suficientes para superar os obstáculos, e assim elas manterão a sua estrutura de pé, e ainda, teremos colhido os frutos da felicidade por estarmos sempre ao lado das pessoas que amamos.

E você ?

É uma linda ponte de madeira na vida dos outros ou uma estradinha simples e humilde que liga aos caminhos da felicidade ?

Pense nisso !!!

Autoria de Soélis Sanches

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segunda-feira, 28 de março de 2011

A BANANA

A BANANA

Um amigo do viajante resolveu passar algumas semanas num mosteiro do Nepal.

Certa tarde, entrou num dos muitos templos do mosteiro, e encontrou um monge, sorrindo, sentado no altar.

- Por que o senhor sorri ? - perguntou ao monge.

- Porque entendo o significado das bananas - disse o monge, abrindo a bolsa que carregava, e tirando uma banana podre de dentro.

- Esta é a vida que passou e não foi aproveitada no momento certo, agora é tarde demais.

Em seguida, tirou da bolsa uma banana ainda verde.

Mostrou-a e tornou a guardá-la.

- Esta é a vida que ainda não aconteceu, é preciso esperar o momento certo - disse.

Finalmente, tirou uma banana madura, descascou-a, e dividiu-a com meu amigo, dizendo :

- Este é o momento presente.

Saiba vivê-lo sem medo.

Autor desconhecido

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quarta-feira, 23 de março de 2011

VAMOS REFLETIR SOBRE O AMOR? (de ValériaC)

Meus queridos, escrevi um poema no meu outro Blog http://dolcealgodao.blogspot.com/2011/03/o-amor-de-valeriac.html , cujo tema é o Amor, pois é um assunto de que gosto muito e que bem sabemos o tamanho de sua importância, especialmente se for incondicional, o qual é algo que venho buscando aplicar cada vez mais em minha vida.

Sempre fico cá com meus botões pensando na vida, no quanto muitas vezes “quebramos” a cabeça, quando não a cara, por conta de comportamentos que insistimos em manter em nosso dia-a-dia. Vemos que eles não produzem os efeitos que desejamos e então sempre que nos chega o momento de tomar uma atitude a respeito, acabamos fazendo tudo do mesmo jeito e nos equivocando sucessivamente.

Todos nós já amamos, e ao amarmos familiares e amigos, geralmente é mais simples do amor se manifestar, mas em se tratando de romance, aí a coisa complica.

Gosto de brincar de escrever, sem a menor pretensão de ser poetisa, tão pouco escritora, mas justamente por escrever, sei o quanto pode ser catártico exteriorizar de alguma forma as ideias, os sentimentos, porém, como o Amor não é somente assunto de poetas, mas sim de todos nós, quis propor esta reflexão. Entrando em contato com este tipo de leitura constantemente, acabo vendo uma riqueza de alma muito grande dos que escrevem, demonstrando seus sentimentos, sua visão da vida, mas muitas vezes confesso que fico bastante preocupada com o que leio, pois vejo o que cada um está cultivando dentro de si, alimentando abundantemente em suas vidas, como tristezas, mágoas, solidão, abandono, enfim, vários sentimentos que apesar de existirem, teríamos que tentar da melhor forma possível, eliminá-los de nossas vidas. Parafraseando Harvey Mackay: “Não regue suas ervas daninhas”, ou seja, não alimentemos em nós, sentimentos que não irão gerar algo benéfico.

No contato com estas leituras, que em grande parte estão muito bem escritas, acabo vendo o quanto, de certo modo, aprendemos que amar alguém é sinônimo de sofrer, de perder a cabeça, motivo para se gerar as mais diferentes ansiedades; envolver-se romanticamente mais parece uma saga, daquelas bem dramáticas.

Não pensem que nunca vivi um “drama” igual, afinal não sou imune, assim como acredito que a maioria de vocês também não o são. Recebemos algum carinho, companhia, nos sentimos valorizados e muitas vezes com medo de que isso tudo acabe, começamos a sentir desespero, aflição, [...]; isto quando o relacionamento não é dos piores, pois quando é, lá se vai toda e qualquer autoestima. E a tudo isso chamamos de Amor?

A duras penas despertei e descobri que Amor não é nada disso, não é apego, não é dependência, muito menos remédio para solidão, na verdade Amor que é Amor não causa dor, nem tão pouco qualquer sentimento ou emoção que nos seja ruim. Se nos sentimos assim, podemos estar vivendo uma mistura de sentimentos, fruto de um amar imperfeito. Porém, se ficarmos atentos, podemos mudar tudo isso, aperfeiçoando nosso modo de vivenciar o Amor.

De um lado há os que sofrem por estar com alguém, e do outro, os que estão sem ninguém, e estes últimos, acabam muitas vezes se envolvendo com qualquer pessoa, tudo para não encarar suas reais situações e por consequência acabam caindo numa teia de ilusões, que os levam a crer que o Amor é complicado, difícil. No que tange ao relacionamento humano, realmente estamos aprendendo a cada instante, mas, que ninguém ponha a culpa de seus tropeços no Amor verdadeiro.

O que fazer para combater tudo isso? Para mim há uma única resposta: aprender a AMAR !

Precisamos parar de confundir as coisas; paixão é um estado interessante, sim, mas não é Amor. O Amor não é apego, loucura, nem somente atração, tudo isso são sentimentos passageiros. Com o passar do tempo abrandam e o relacionamento somente sobrevive se enquanto isso, cultivarmos o Amor.

O Amor é leve, nele há cumplicidade, partilha, doação verdadeira, ele só traz alegria e tudo o que é bom de sentir no coração. Está na hora de amadurecermos e mudarmos a ideia que até então tínhamos do Amor.

Todos sabemos que atraímos o que emanamos, mas infelizmente não nos atentamos nisto, não é mesmo?

Pois então, o ideal seríamos cuidar de nós mesmos, de nosso interior, para nos sentirmos bem conosco, até mesmo com nossa solitude, buscando um estado emocional mais equilibrado, antes de efetivamente nos envolvermos com outra pessoa. Pois, com toda certeza, atrairemos para nossas vidas, uma energia igual a nossa. Pensemos a partir dai em como estamos, e veremos o que potencialmente podemos atrair [...]

Vamos definitivamente entender que o Amor pode ser o maior e o melhor dos sentimentos, trazendo em si a cura, o alento, à luz, o crescimento, a felicidade e que dentro de nossos corações há um manancial inesgotável dele, basta entramos em contato com isso e deixar que ele flua. Deixemos que norteie nossas vidas, amando a nós mesmos, a tudo e a todos e quando possível, vivendo um romance. E nos esforcemos em não reclamar se estivermos sós ou se não estivermos sendo correspondidos, não nos limitemos a amar uma ou poucas pessoas, vamos expandir esta energia, pois quando nos propomos simplesmente a amar, o amor sempre nos fará companhia, nos preencherá o coração.

Eu acredito no Amor e tudo tenho feito para aprender a amar melhor a cada dia. E vocês o que pensam sobre isto?

Amemos muito e incondicionalmente, pois, somente assim veremos o Amor se manifestar nas mais diferentes formas, em nossas vidas.

Texto de: ValériaC (em 22/03/2011)

Revisão: Danilo Carvalho

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domingo, 20 de março de 2011

A MAGIA DOS GIRASSÓIS

A MAGIA DOS GIRASSÓIS

Nossos olhos são seletivos, nós enxergamos o que queremos ver e deixamos de ver o restante, também chamado de ponto cego.

Escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais vibrante das coisas, assim como um girassol escolhe sempre estar voltado para o sol.

Muitas pessoas vivem se queixando e facilitam a chegada da depressão e é muito fácil encontrar motivos para lamentos.

"Estou de baixo astral porque está chovendo, porque tenho uma conta para pagar, porque não tenho exatamente o dinheiro ou aparência que eu gostaria de ter, porque ainda não fui valorizado, porque ainda não encontrei o amor da minha vida, porque a pessoa que quero não me quer, porque..."

É fácil, muito fácil, pois é só querermos e termos ali, bem pertinho, motivos de sobra para nos agarrarmos e justificarmos a situação.

É claro que existem momentos em que a gente não está bem. Faz parte da vida. Mas, mesmos nesses momentos, devemos buscar, de forma contínua, ter atitudes e iniciativas que possam ir de encontro às coisas boas.

Na natureza, existe uma flor que age dessa forma. O girassol.

O girassol se volta para o sol onde ele estiver. Mesmo que o sol esteja escondido pelas nuvens, lá está o girassol dando costas à obscuridade das sombras e buscando, convicto e decidido, estar sempre de frente para o sol. É esse exemplo que precisamos perseguir, aprendendo a realçar e valorizar tudo de bom que recebemos da vida. Aprender a engrandecer pequenos gestos, positivos, e transformá-los em grandes acontecimentos.

Quando fazemos algo de bom, mesmo que seja a simplicidade de uma pequena ajuda ou de um elogio, coisas que nada custam, mas que geram felicidade para outra pessoas, são momentos de raro proveito que ficam gravados no coração.

O ser humano precisa de beleza. Não da beleza física, mas das coisas belas como um todo. E principalmente da beleza que reside no âmago dos gestos, das pessoas e que são captadas através dos nossos olhos.

Se tivermos a beleza dentro dos nossos corações, ficará muito mais fácil reconhecê-la nos lugares, nas pessoas e nas coisas.

Ela é para nós, uma referência, da mesma forma que sabemos distinguir o bem pela referência que temos do mal.

Para reconhecer a beleza, portanto, é preciso carregar um pouco dela consigo, dentro dos olhos, dentro do coração. Devemos ser como o girassol, que busca o sol, a vitalidade, a força e a beleza.

O cotidiano nos reserva diversos momentos de beleza, e é importante refletir sobre isso. Precisamos enxergá-los com os olhos do coração, para apreciá-los na plenitude.

Apreciar o amor profundo que alguém, em um determinado momento, dirige a você. Apreciar o sorriso luminoso de alegria. Apreciar uma palavra amiga, que vem soar reconfortante, reanimadora. Apreciar a festa dos animais, a alegria e o riso das crianças.

E quando ameaçarmos ficar de novo mal humorados, tristonhos, desanimados, revoltados, que a força do coração nos faça lembrar dos girassóis.

Que nos desvie do caminho equivocado, pois é um verdadeiro equívoco passar os dias sem ver a beleza da vida.

Do livro: Códigos da Vida - Autoria de Legrand

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quinta-feira, 17 de março de 2011

A MOCHILA E AS PEDRAS

A MOCHILA E AS PEDRAS

Um fervoroso devoto estava atravessando uma fase muito penosa de sua vida, com graves problemas de saúde em família e sérias dificuldades financeiras. Por isso orava diariamente pedindo que o livrassem de tamanhas atribulações.

Um dia, enquanto fazia suas preces, um anjo lhe apareceu, trazendo-lhe uma mochila e a seguinte mensagem:

O Senhor se compadeceu da sua situação e lhe manda dizer que é para você colocar nesta mochila o máximo de pedras que conseguir, e carregá-la com você, em suas costas, por um ano, sem tirá-la por um instante sequer. Manda também lhe dizer que, se você fizer isso, no final desse tempo, ao abrir a mochila, terá uma grande alegria. E desapareceu, deixando o homem bastante confuso e revoltado.

"Como pode o Senhor brincar comigo dessa maneira? Eu oro sem cessar, pedindo a Sua ajuda, e Ele me manda carregar pedras?" Já não me bastam os tormentos e provações que estou vivendo? “Pensava o devoto”. Mas, ao contar para sua mulher a estranha ordem que recebera do Senhor, ela lhe disse que talvez fosse prudente seguir as determinações dos Céus, e concluiu dizendo:

Deus sempre sabe o que faz...

O homem estava decidido a não fazer o que o Senhor lhe ordenara, mas, por via das dúvidas resolveu cumpri-la em parte, após ouvir a recomendação da sua mulher. Assim, colocou duas pedras pequenas, dentro da mochila e carregou-a nas costas por longos doze meses.

Findo esse tempo, na data marcada, mal se contendo de tanta curiosidade, abriu a mochila conforme as ordens do Senhor e descobriu que as duas pedras que carregara nas costas por um ano inteiro tinham se transformado em pepitas de ouro... , apenas duas pequenas pepitas.

Todos os episódios que vivemos na vida, inclusive os piores e mais duros de se suportar, são sempre extraordinárias e maravilhosas fontes de crescimento.

Temendo a dor, a maioria se recusa a enfrentar desafios, a partir para novas direções, a sair do lugar comum, da mesmice de sempre.

Temendo o peso e o cansaço, a maioria faz tudo para evitar situações novas, embaraçosas, que envolvam qualquer tipo de conflito.

Mas aqueles que encaram para valer as situações que a vida propõe, aqueles que resolvem "carregar as pedras", ao invés de evitá-las, negá-las ou esquivar-se delas, esses alcançam a plenitude do viver e transformam, com o tempo, o peso das pedras que transportaram em peso de sabedoria.

Como está sua mochila?

Autor desconhecido

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segunda-feira, 14 de março de 2011

SOBRE A COMUNICAÇÃO...

SOBRE A COMUNICAÇÃO...

Existia um mosteiro Zen, conduzido por dois irmãos. O mais velho era muito sábio, e o mais novo, ao contrário, era tolo e tinha apenas um olho. Para um forasteiro conseguir hospedagem por uma noite nesse convento, tinha de vencer um dos monges, num debate sobre o Zen Budismo.

Uma noite, um forasteiro foi pedir asilo no convento e, como o velho monge estava cansado, mandou o mais novo confrontá-lo, com a recomendação de que o debate fosse em silêncio. Dessa forma, o monge tolo não cometeria enganos.

Algum tempo depois o viajante entrou na sala do sábio monge e falou: “Que homem sábio é o seu irmão! Conseguiu vencer-me no debate e, por isso, devo ir-me”.

O velho monge, intrigado, perguntou: “O que aconteceu?”.

E escutou a resposta: “Primeiramente, ergui um dedo simbolizando Buda e seu irmão levantou dois, simbolizando Buda e seus ensinamentos. Então ergui três dedos para representar Buda, seus ensinamentos e seus discípulos, e meu inteligente interlocutor sacudiu o punho cerrado, na minha frente, para indicar que todos os três vêm de uma única realização.

Pouco depois, entra o monge tolo, muito aborrecido, e é saudado pelo irmão, que lhe perguntou por que estava chateado. E o caolho respondeu: “Esse viajante é muito rude! No momento que me viu, levantou um dedo, insultando-me, indicando que tenho apenas um olho. Mas, como ele era visitante, não quis responder à ofensa e ergui dois dedos, parabenizando-o por ele ter dois olhos. E o miserável levantou três dedos, para mostrar que nós dois juntos tínhamos três olhos. Então fiquei furioso e ameacei dar-lhe um soco, com o punho cerrado. E , assim, ele foi embora”.

Trecho retirado da pág. 13/14 do livro “Amar pode dar certo” de Roberto T. Shinyashiki e Eliana Bittencourt Dumet

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domingo, 6 de março de 2011

VOLTO LOGO... / MEDITAÇÃO

Meus queridos(as), estarei fora por alguns dias, irei viajar, mas volto logo.

Deixo para vocês esta meditação.

Tenham uma semana ligados na energia do Amor, na harmonia da Paz, sintonizando alegrias, com muita Luz interior irradiando de seus corações.

E Parabéns a todas as mulheres, pelo dia Internacional das Mulheres e por todos os dias, pelo valor de cada uma delas, por serem ao mesmo tempo “frágeis” e fortes...divinas, com certeza.

Beijos à todos ...

MEDITAÇAO DE POSITIVAÇAO

Sabendo que Deus está dentro de nós, em todos os lugares; sabendo que Deus está constantemente fazendo por meio do nosso pensamento, nós vamos afirmar. Comece, então, a afirmar, falando, cantando ou só interiormente, como quiser.

"Tudo está bem na minha vida. Todos os pensamentos-padrão agressivos a mim e às pessoas estão se afrouxando.

Não acredito em doença. Eu possuo a saúde como estado natural e neste instante eu tomo posse da saúde.

Eu acredito na vida fluindo facilmente e na realização de todos os meus desejos. Eu desejo paz, eu estou em paz. Eu desejo amor, eu sinto amor. Eu desejo prosperidade, eu sou próspera. Sou calma.

Vejo as coisas com facilidade. A cada dia que passa eu me sinto melhor, eu estou feliz, eu mereço a felicidade, a fortuna, o progresso. Assim como eu afirmo o progresso pra minha cidade, meu país e meu mundo.

Eu sou neste instante luz viva, consciência e espírito. Eu sou força. Eu sou amorosamente protegida pelo sistema imunológico do meu corpo, das emoções da minha mente.

Eu só atraio situações prazerosas. Eu mereço a alegria. Eu sou livre pra cantar, dançar, rir, aprender, conviver. Eu gosto da vida. Eu me aceito como sou. Aceito as pessoas como são.

Cada vez mais eu entendo a mim e aos outros. Cada vez mais eu sei como agir, especialmente com os outros. Não existe passado, não existem bloqueios.

Só existe paz e progresso."

Autor: Luiz Antonio Gasparetto, escritor e autor de diversos livros sobre desenvolvimento emocional

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quinta-feira, 3 de março de 2011

TERNURA

TERNURA

É tão importante que sustenta a vida. Muitas criaturas a negam, mas ninguém a dispensa.

Apresenta-se tímida, quase como se não existisse. No entanto, engrandece quem a dá e embeleza quem a recebe.

Manifesta-se em pequenos nadas, como um olhar num momento muito especial. Um olhar que tem o brilho de uma estrela em um céu cheio de astros.

Pode se exteriorizar em um sorriso, em um aperto de mão. O namorado que se aproxima da sua amada e lhe acaricia com suavidade o rosto, como se estivesse tocando o veludo de uma rosa que desabrocha.

Pode ser sentida em uma canção que alguém entoa à distância, uma canção que fala de momentos doces, de um pôr-de-sol, de um amanhecer...

Irradia-se de uma palavra em um momento oportuno. Palavra que tem o dom de acariciar a alma e lembra o voo gracioso de uma ave no céu azul.

Expressa-se no silêncio de um amigo que nos reconhece a dor íntima e simplesmente se senta ao nosso lado, aguardando que desejemos falar, dizer do que nos está magoando, machucando. Oferece-nos o ombro amigo para o desabafo e as lágrimas.

Ela fala sem voz. Atua sem mãos. Brilha sem luz...

Falamos da ternura, que é alma e é coração.

Ela sustenta os matrimônios na Terra e aquece os corações maternos quando a neve dos invernos já coloriu os cabelos com sua brancura.

No namoro, ela faz parte do doce encantamento que toma de assalto os enamorados. Nos primeiros dias do casamento, é a brisa que visita os apaixonados todas as manhãs. Depois, quando os anos já se dobram sobre o casal, é o sentimento que alimenta a relação a dois.

Feita de coisas pequenas, como chegar do trabalho com uma flor e oferecer à amada. Ou um telefonema, no meio da tarde, para uma pequena declaração de eterno amor.

Um bilhete em envelope discreto, com uma frase curta e a marca de um beijo.

Quando a ternura se ausenta, as criaturas envelhecem mais rapidamente, parecendo murchar, como flores sem água, sem sol, sem ar.

A ternura é sempre espontânea, por isso mesmo tão preciosa. Não pode ser imposta. Quem pode dizer a uma criança que deixe a brincadeira e nos venha acariciar os cabelos com suas mãos pequeninas?

Mas, quando ela o faz de forma espontânea, nos enriquece e enche de bênçãos o coração.

A ternura é componente imprescindível às manifestações do amor.

Brota como as flores que explodem dos botões aos beijos do sol da primavera.

Onde chega produz harmonia, paz, porque a ternura é a mais forte expressão que traduz a elevação do Espírito.

Quando a brisa passa pelas ramagens dos arbustos e arvoredos, quando ela canta suave nos galhos, acaricia a folhagem que se agita em movimentos rítmicos.

A carícia, na Terra, é dádiva de Deus para a preservação da esperança na dor, do sacrifício na aflição, do alento na luta.

Façamos da nossa passagem pelo mundo uma permanente carícia de amor nobre, manifestando ternura aos nossos amores.

Sejamos como a madrugada que, ao despontar, acaricia o sono da noite que desperta.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Ternura, do livro Heranças de amor, pelo Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco

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