quinta-feira, 28 de abril de 2011

ACORDAR

ACORDAR

Você sabe o que significa a palavra "acordar"?

Vamos fazer uma brincadeira e separar em sílabas da palavra acordar:

A-cor-dar. Viu?

Significa dar a cor, colocar o coração em tudo que faz.

Existem pessoas que acordam às 6h da tarde. É isso mesmo!

Pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo.

E existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem acordar.

Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade.

Ele me disse:

- Descobri que estou na profissão errada!

E ele já estava se aposentando...

Imagine o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!

Foi infeliz durante toda sua vida profissional porque simplesmente não "acordou".

Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento.

Por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele.

Sabe por quê?

Por que a vida tem a cor que "a gente pinta".

O engraçado é que os dias são todos exclusivos.

Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu.

Ele está ali, esperando que eu e você façamos com que ele seja o melhor da nossa vida.

Os meus dias são os mais lindos da face da Terra porque eu os faço ser os mais lindos da face da Terra.

Acredite em você!

O universo é o limite!

Dê a você a oportunidade de "a-cor-dar" todos os dias e compartilhar com os outros o que Deus nos dá de melhor o privilégio de ser e fazer os outros felizes.

Autor desconhecido

Imagem: http://images.google.com.br

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A CANOA E O APEGO

A CANOA E O APEGO

Nasrudin estava na margem de um rio e queria passar para o outro lado. A correnteza era muito forte e seria impossível atravessá-lo a nado.

Foi quando Nasrudin viu uma pequena canoa presa na vegetação ribeirinha. Rapidamente colocou o bote n'água e pôs-se a remar para o outro lado. Com a ajuda da canoa, ele rapidamente atingiu a outra margem. Assim que botou os pés em terra firme, pegou a canoa, colocou-a nas costas e partiu em direção à floresta.

Algumas pessoas que haviam observado toda a cena, ficaram espantados com aquela atitude inesperada de Nasrudin. Eles foram e lhe perguntaram: "Por que você colocou a canoa nas costas? De que ela lhe servirá agora que você já atravessou o rio?"

Nasrudin então, já vermelho, suado e cansado do esforço em carregar a embarcação nas costas, lhes respondeu: "Essa canoa me ajudou muito a atravessar o rio. Eu não posso abandoná-la. Espero que agora ela me ajude também a atravessar a floresta."

Assim somos nós. Ficamos apegados ao passado e o transformamos em um pesado fardo em nossas vidas.

Autor desconhecido

Imagem: http://images.google.com.br

quarta-feira, 20 de abril de 2011

FELIZ PÁSCOA!

Meus amigos, desejo a todos vocês um excelente feriado e uma Páscoa plena de Amor!
Beijinhos...

domingo, 17 de abril de 2011

AMANHECERES (de ValériaC)

AMANHECERES (de ValériaC)

Sempre tive uma sintonia muito grande com a natureza, ao observá-la, aprendo, desperto e admirando seu encanto, vejo a sua capacidade infinita em nos ensinar, até nos mais simples detalhes.

Percebo a beleza de cada estação, nos diferentes horários do dia, as mudanças das nuances, transformando as mesmas paisagens e tantas mais [...], o clima, o sopro do vento, a chuva fina a tudo banhar [...], mas hoje vou falar dos amanheceres.

Levanto muito cedo, adoro “ouvir” o silêncio enquanto estou a olhar o céu, a Lua ainda aparecendo, e hoje, até a estrela matutina (Vênus) está a saudar, no aguardo do raiar do Sol. Vem àquela brisa fresca, vou vendo a natureza, as plantas do meu quintal balançando e vou pensando na vida [...].

Assim como vento que passa por mim e vai tocar outros seres e outros recantos, vou pensando no quanto ainda temos que deixar o passado passar e no quanto ainda temos que deixar para trás, nos desapegar, de situações e pessoas, seguindo em frente sem tristezas, sem mágoas, sem dor, pois, podemos escolher simplesmente seguir no perdão, buscando nossa libertação através do entendimento dos processos da vida, ao invés de ficarmos “carregando bagagem” inútil, que tanto pesam em nossa caminhada, pois, somente desta forma podemos tornar mais leve o nosso viver. Tudo isso é escolha, uma vez que somos nós quem escrevemos nossa história a cada momento, portanto, toda mudança é de nossa inteira responsabilidade.

Vocês já pararam para pensar o que precisam deixar passar? Em como está fluindo (ou não) suas vidas, se estão realmente sendo capazes de apreciar toda a beleza que graciosamente a vida nos dá? Estão conseguindo ver a benção de um novo recomeço que cada amanhecer nos traz?

Pode parecer um contra senso me sentir assim, nesta calma diante da agitação do mundo e sei que muitos de vocês podem estar presos no torvelinho da vida, sem saber como sair dele. Sou uma pessoa comum, como todos vocês, que tenho diversas situações no meu dia-a-dia a serem resolvidas, que chegam a me tirar momentaneamente minha serenidade, mas bem sei que não podemos esperar pelo fato de que só poderemos ter paz, alegria quando não tivermos mais nenhum problema a ser resolvido. E assim, descobri que em momentos como estes, quando entro em sintonia com a harmonia da natureza, na minha quietude, que eu encontro meu equilíbrio outra vez. E se eu consigo, todos vocês, se quiserem, podem conseguir viver com mais serenidade também.

Então, pensem em parar por alguns momentos do seu dia, isso não é desperdiçar tempo, é saudável em todos os sentidos, para poder comtemplar os céus, as águas, sentir as brisas, os perfumes, saborear o passar das estações, curtir um descanso no balançar de uma rede, quiçá como eu, admirar os amanheceres e com tudo isso ver o quanto a vida pode nos mostrar e ensinar a sermos cada dia mais plenos e felizes.

Texto de: ValériaC (em 30/03/2011)

Revisão: Danilo Carvalho

Imagem: http://images.google.com.br

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A MEIA VERDADE


A MEIA VERDADE

Relata-se o seguinte incidente envolvendo o profeta Maomé. O profeta e um dos seus companheiros entrou numa cidade para ensinar.

Logo um adepto dos seus ensinamentos aproximou-se e disse:

-"Meu senhor, não há nada exceto estupidez nesta cidade. Os habitantes são tão obstinados! Ninguém quer aprender nada. Tu não irás converter nenhum desses corações de pedra."

O profeta respondeu bondosamente:

- "Tu tens razão."

Logo depois, outro membro da comunidade abordou o profeta. Cheio de alegria, ele disse:

- "Mestre, tu estás numa cidade abençoada. O povo anseia receber o verdadeiro ensinamento, e as pessoas abrem seus corações à tua palavra."

Maomé sorriu bondosamente e novamente disse:

- "Tu tens razão."

- "Ó mestre", disse o companheiro de Maomé, "tu disseste ao primeiro homem que ele tinha razão, e ao segundo homem, que afirmou o contrário, tu disseste que ele também tinha razão. Pois negro não pode ser branco."

Maomé respondeu:

- "Cada um vê o mundo do jeito que espera que seja. Por que deveria eu refutar os dois homens? Um deles vê o mal, o outro, o bem. Tu dirias que um deles vê falsamente? Não são as pessoas aqui e em toda parte boa e más ao mesmo tempo? Nenhum dos dois disse algo equivocado, disseram apenas algo incompleto."

Do livro: O Mercador e o Papagaio

Autoria de Nossrat Peseschkian

Imagem: http://images.google.com.br

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A FLOR


A FLOR

O local estava deserto quando sentei-me para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho. Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois tinha a impressão que o mundo estava tentando me afundar. E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante chegou perto de mim, cansado de brincar. Ele parou na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:

- Veja o que encontrei!

Na sua mão uma flor. E que visão lamentável! Estava murcha com muitas pétalas caídas...

Querendo ver-me livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e virei-me.

Mas ao invés de recuar, ele sentou-se ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:

- O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei. Pegue-a, é sua!

A flor à minha frente estava morta ou morrendo. Nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá. Então estendi-me para pegá-la e respondi:

- Era o que eu precisava...

Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão.

Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego, e que não podia ver o que tinha nas mãos. Senti minha voz sumir. Lágrimas despontaram ao sol, enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele jardim.

- De nada... - respondeu sorrindo.

E então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve em meu dia.

Sentei-me e comecei a pensar como ele conseguiu enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho. Como ele sabia do meu sofrimento auto-indulgente? Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão.

Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU! E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciar cada segundo que é só meu. Então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela flor, e sorri enquanto via aquele garoto com outra flor em suas mãos prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade...

As melhores coisas da vida são vistas com o coração!

Autor Desconhecido

Imagem: http://images.google.com.br

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A MALA DE VIAGEM / SELO

A MALA DE VIAGEM

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: 'Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?'

'É estranho', respondeu o viajante, 'mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.' Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.

Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: 'Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?'

'Estou contente que me tenha feito essa pergunta', disse o viajante, ' porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.' Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal. Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não.

Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!

O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?

a. Pensamentos negativos.

b. Culpar e acusar outras pessoas.

c. Pemitir que impressões tenebrosas descansem na mente.

d. Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.

e. Auto-piedade.

f. Acreditar que não existe saída.

Todo mundo tem o seu tipo de carga especial, que rouba energia. Quanto mais cedo começarmos a descarregá-la, mais cedo nos sentiremos melhor e caminharemos mais levemente."

Autor: Vernon Howard

Imagem: http://images.google.com.br

Ganhei este selinho da querida Léah, do Blog http://pinturaartesanato.blogspot.com/ , um encanto de espaço, ela é muito talentosa e amável. Grata minha querida.


Como já recebi várias memes falando de coisas que gosto, não irei destacar, mas quem quiser fique a vontade em levar o selinho e em seguir as regrinhas, que são estas:

1. Selecionar 10 blogueiros (as);

2. Notificá-los;

3. Nomear 10 coisas que gosto de fazer e partilhar.

Ofereço de presente à todos vocês que estão sempre por aqui e que tanto enriquecem este espaço. Beijos...

domingo, 3 de abril de 2011

E EM RITMO DE REFLEXÃO... (de ValériaC)

Olá amigos!

Dias atrás propus uma reflexão sobre o Amor ( http://docefilosofia.blogspot.com/2011/03/vamos-refletir-sobre-o-amor-de-valeriac.html ), por ter sido um texto longo, imagino que pode até ter dado um certo trabalho em lê-lo e sinceramente agradeço quem o fez. Porém, em tudo na vida é necessário empenho, para que haja efetivamente mudanças, nos possibilitando ser mais equilibrados e felizes.

Sei que o texto pode ter gerado algumas controvérsias, pois entendo que nem todos pensam como eu, ou então, não acham possível experienciar o Amor de uma forma livre e leve, de modo que seja um sentimento que somente gere alegria. Pode parecer utopia, ou até mesmo algo muito distante, no entanto podem acreditar, é possível e com certeza é real.

Longo é nosso caminho para o sentirmos assim, por esse motivo estamos aqui na vida, para aprendermos com tudo, e assim vamos nos “construindo”, nos mais diferentes aspectos do dia-a-dia.

Em se tratando de amor, especialmente o romântico, estamos ainda “engatinhando”, por isso é sempre benéfico nos conscientizar e começar a ver que somos responsáveis por nós mesmos, não podendo buscar no outro o que sentimos falta ou então esperar que o parceiro(a) nos complete ou que supra todas as nossas carências, que ele(a) faça por nós o que nos cabe fazer.

Enquanto vamos amando da maneira como sabemos, podemos paralelamente investir em nos cuidar, nos dar amor, consideração, nos tratar com carinho e respeito; vamos ser nossos “pais e mães”, pois, somente quando saímos de nossas zonas de conforto, do nosso vitimismo e vemos que somos os responsáveis absolutos por nós mesmos é que tudo começa a melhorar. Toda vez que esperamos que o outro nos dê tudo isso, acabamos nos decepcionando, pois, por mais que o parceiro(a) nos dê o seu melhor, sempre vai restar no fundo de nosso coração, alguma carência, um vazio que parece que nada preenche, porque na verdade somos nós quem temos que preenchê-lo.

Vamos investir com animo em nós mesmos, pois é maravilhoso compartilharmos sentimentos e não sermos dependentes de ninguém.

Não é egoísmo cuidar de si, na verdade é vital, pois só assim podemos somar com nosso(a) parceiro(a) ao invés de subtrairmos, “sugarmos” os outros, e isto vale para todo tipo de relacionamento humano.

Pensando sobre isto, comecemos a nos aceitar e nos amar verdadeiramente, nos tornando seres inteiros que podem se relacionar com outro ser, sendo pessoas que somam, que fazem o Amor e tudo o que é bom se manifestar.

Texto de: ValériaC (em 25/03/2011)

Revisão: Danilo Carvalho

Imagem: http://images.google.com.br

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