segunda-feira, 9 de setembro de 2013

LIVRE (de ValériaC)

É impressionante como os seres humanos são mestres em fazer uns aos outros se sentirem inadequados nas mais diversas situações da vida.

Não gosto de formalidades, não gosto de aparências, sou uma pessoa que ama a  beleza da verdadeira simplicidade, posso transitar do sofisticado ao mais simples,  porque não costumo fazer distinção entre as pessoas, sejam elas ricas, poderosas, “famosas”, seja um morador de rua, seja qualquer pessoa que eu encontre  no supermercado, numa fila de banco  ou onde eu for,  pois,  por detrás da “aparência” eu  vejo o ser humano que cada um é. Por isso não fico intimidada em conversar com qualquer pessoa, porque para mim, gente é gente! Vejo que cada pessoa é um ser que no fundo carrega sentimentos muito parecidos, que tem defeitos, qualidades, fragilidades, mas que em sua maioria deixam transparecer somente  as “couraças” que usam para se “defender”.

É... ser quem somos requer coragem!

O mundo está precisando de mais gente  que deixe de lado formalidades e etiquetas  tolas que só servem para manter as aparências, falsas, na maior parte das vezes;  está carente de pessoas mais naturais, mais espontâneas, de sorriso franco, de coração aberto, acolhedor, de pessoas que pratiquem  a educação, o respeito, sem se privarem de    expressar   o que pensam, o que sentem,  que sejam incentivadoras, que enalteçam mais as qualidades uns dos outros, que sejam elas mesmas e que deixem que os outros sejam também.

Eu posso ser  vista como uma visionária, talvez estranha,  diferente, sei lá, mesmo assim, eu quis externar estas palavras, pois vejo o quanto é bom ser livre e encorajo as pessoas para que também o sejam e  para deixar bem claro que não me intimido mais com aqueles que tentam me dizer que sou “inadequada” se vez ou outra falo com quem não conheço, se faço um elogio espontâneo  à alguém ou se desejo um bom dia para quem eu encontro pela rua, enfim, se  faço questão absoluta em  simplesmente ser quem eu sou.

Muitos me criticam, mas morrem de vontade de fazer o que faço, mas não fazem  por terem  medo dos julgamentos alheios. Somente somos tolhidos em nossa liberdade, se permitimos.  Eu sou LIVRE e isso ninguém pode tirar de mim.

Eu só sei dizer que me sinto mais feliz a cada vez que consigo ser  livre para  ser eu mesma, seja em momentos de silêncio ou seja numa palavra dita a quem quer que seja. Sinto uma alegria que se expande, que transborda do peito, cada vez que minha  alma transparece e faz a minha vibração mudar,   se iluminar, pois,  no fundo eu sei que sempre quando estou dando o melhor de mim, do jeito que sei, estou ajudando o mundo a ser melhor, mais humano, estou espalhando carinho, respeito,  plantando amor pelo  meu caminho e  eu quero tanto  ver mais e mais gente espontaneamente dando o melhor de si para o mundo, ao serem  natural e livremente quem são.

E vocês, ainda dão importância demais às tais etiquetas e “frescuras” que a sociedade tenta  nos oprimir ou já conseguiram se libertar de tudo isso e serem cada vez mais vocês mesmos sem medo de julgamentos?

Texto de: ValériaC (em 05/setembro/2013)
Imagem: Google

**ESTE TEXTO PODE SER COPIADO, EM SITES SEM FINS LUCRATIVOS, DESDE QUE DADO OS DEVIDOS CRÉDITOS À:

ValériaC (docefilosofia.blogspot.com.br) ou o link da  postagem

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