segunda-feira, 1 de novembro de 2010

MELHORAR


MELHORAR

Melhore sempre suas condições pessoais, pelo trabalho e pelo estudo, a fim de que você melhore a vida, em derredor de você.

Obrigação cumprida será sempre o nosso mais valioso seguro de proteção.

Amplie quanto puder a sua exportação de gentileza.

Fazer "algo mais além do próprio dever", em benefício dos outros, é cria um gerador de simpatia, em nosso auxílio.

Esqueçamos o que não serve para o bem, a fim de que se realize o melhor.

Reclamar é ferir-se.

Se você deseja vencer, aprenda a sorrir, além do cansaço.

O grupo familiar recorda a terra que produz para nós, segundo a nossa própria plantação.

Esperança vitoriosa é aquela que não deixa de trabalhar.

Guarde as suas impressões infelizes para não prejudicar o caminho dos outros.

Trecho do livro “Respostas da Vida” – Francisco Cândido Xavier – pelo Espírito André Luiz

Imagem: http://images.google.com.br

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

AQUARELA DA PAZ


AQUARELA DA PAZ

O homem, criado para habitar as estrelas, se debate nos vales sombrios da Terra, entre dores e sofrimentos...

Feito de luz, se perde nas sombras da própria insapiência...

Criado para a felicidade, caminha a passos largos na direção de abismos gerados pelo egoísmo e o orgulho.

Essência imortal, o homem, esquecido da sua eternidade, se compraz nas sensações que consegue retirar do corpo frágil e finito.

Detentor das cores delicadas para esboçar uma aquarela de paz, cria paisagens deprimentes e desoladoras com as tintas densas da própria ilusão...

O homem, herdeiro das moradas infinitas da casa do pai, se agarra, desesperado, aos bens passageiros que este ínfimo planeta oferece, como meio de evolução.

O homem, extenuado da luta, medita...

Deseja, sinceramente, a paz... Mas como conquistá-la?

Tem sede de amor... E abandona o ninho...

Precisa conhecer a verdade... Mas se confunde nas armadilhas da mentira...

O homem precisa, mais do que nunca, da união fraternal, e vaga solitário e sem rumo...

E, mais uma vez vamos encontrar nas asas libertas do coração do poeta, uma receita de felicidade:

Para você encontrar a paz,

É preciso ter a paz

Dentro do seu coração

Para você encontrar o amor,

É preciso ter amor

E amar o seu irmão

A gente vive como passarinho

Que precisa ter do seu ninho

P’rá cantar com o coração

Precisa destrancar nossa janela

E dizer que a vida é bela

Conclamando à união

Para você encontrar a verdade

É preciso que a verdade

Esteja dentro de você

Ame, tenha paz, seja verdadeiro

E verá que o mundo inteiro

Lhe convida a crescer

A gente vive como passarinho

Que precisa do seu ninho

P’rá cantar com o coração

Precisa destrancar nossa janela

E pintar com aquarela

Os acordes da canção

Para você encontrar a paz,

É preciso ter a paz

Dentro do seu coração

Para você encontrar o amor,

É preciso ter amor

E amar o seu irmão

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em música de Ricardo Ribeiro

Imagem: http://images.google.com.br

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

AMOR SEM ILUSÃO


AMOR SEM ILUSÃO

Conta-se que um jovem caminhava pelas montanhas nevadas da velha Índia, absorvido em profundos questionamentos sobre o amor, sem poder solucionar suas ansiedades.

Percebeu que, pelo mesmo caminho, vinha em sua direção um velho sábio.

E porque não conseguia encontrar uma resposta que lhe aquietasse a alma, resolveu pedir ao sábio que o ajudasse.

Aproximou-se e falou com verdadeiro interesse:

Senhor, desejo encontrar minha amada e construir com ela uma família, com base no verdadeiro amor.

Todavia, sempre que me vem à mente uma jovem bela e graciosa e eu a olho com atenção, em meus pensamentos ela vai se transformando rapidamente.

Seus cabelos tornam-se alvos como a neve, sua pele rósea e firme fica pálida e se enche de profundos vincos.

Seu olhar vivaz perde o brilho e parece perder-se no Infinito. Sua forma física se modifica acentuadamente e eu me apavoro.

Desejo saber, meu sábio, como é que o amor poderá ser eterno, como falam os poetas?

Naquele mesmo instante, aproxima-se de ambos uma jovem envolta em luto, trazendo no rosto expressões de profunda dor.

Dirige-se ao sábio e lhe fala com voz embargada:

Acabo de enterrar o corpo de meu pai, que morreu antes de completar 50 anos.

Sofro, porque nunca poderei ver sua cabeça branca aureolada de conhecimentos, seu rosto marcado pelas rugas da experiência, nem seu olhar amadurecido pelas lições da vida.

Sofro, porque não poderei mais ouvir suas histórias sábias, nem contemplar seu sorriso de ternura.

Não sentirei suas mãos enrugadas tomando as minhas com profundo afeto.

Naquele momento, o sábio dirigiu-se ao jovem e falou com serenidade:

Você percebe agora as nuanças do amor sem ilusões, meu jovem?

O amor verdadeiro é eterno porque não se apega ao corpo físico, mas se afeiçoa ao ser imortal que o habita temporariamente.

É nesse sentimento sem ilusões nem fantasias que reside o verdadeiro e eterno amor.

A lição do velho sábio é de grande valia para todos nós que buscamos as belezas da forma física, sem observar as grandezas da alma imortal.

O sentimento que valoriza somente as aparências exteriores não é amor, é paixão ilusória.

O amor verdadeiro observa, além da roupagem física que se desgasta e morre, a alma que se aperfeiçoa, para prosseguir vivendo e amando pela Eternidade afora.

As flores, por mais belas que sejam, um dia murcham e morrem.

Mas o seu perfume permanece no ar e no olfato daqueles que o souberam guardar em frascos adequados.

O corpo humano, por mais belo e cheio de vida que seja, um dia envelhece e morre.

Mas as virtudes do Espírito que dele se liberta, continuam vivas nos sentimentos daqueles que as souberam apreciar e preservar, na ânfora do coração.

Pensemos nisso!

Texto: Redação do Momento Espírita

Imagem: http://images.google.com.br

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

NO CLIMA DA ORAÇÃO


NO CLIMA DA ORAÇÃO

A oração nem sempre nos retira do sofrimento, mas sempre nos reveste de forças para suportá-lo.

Não nos afasta os problemas do cotidiano, entretanto, nos clareia o raciocínio, a fim de resolve-los com segurança.

Não nos modifica as pessoas difíceis dos quadros de convivência, no entanto, nos ilumina os sentimentos, de modo a aceitá-las como são.

Nem sempre nos cura as enfermidades, contudo, em qualquer ocasião, nos fortalece para o tratamento preciso.

Não nos imuniza contra a tentação, mas nos multiplica as energias para que lhe evitemos a intromissão, sempre a desdobrar-se, através de influências obsessivas.

Não nos livra da injúria e da perseguição, entretanto, se quisermos, ei-la que nos sugere o silêncio, dentro do qual deixaremos de ser instrumentos para a extensão do mal.

Não nos isenta da incompreensão alheia, porém, nos inclina à tolerância para que a sombra do desequilíbrio não nos atinja o coração.

Nem sempre nos evitará os obstáculos e as provações do caminho que nos experimentem por fora, mas sempre nos garantirá a tranquilidade, por dentro de nós, induzindo-nos a reconhecer que, em todos os acontecimentos da vida, Deus nos faz sempre o melhor.

Do livro: “Tende Bom Ânimo” - Edição IDEAL- Francisco Cândido Xavier - Espírito: MEIMEI

Imagem: http://images.google.com.br

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

EM BUSCA DO EQUILÍBRIO (de ValériaC)


EM BUSCA DO EQUILÍBRIO (de ValériaC)

Não sei se já observaram, mas na lateral superior dos meus Blogs, tem a foto da Julie, minha cachorrinha. Ela tem 6 anos e nós aqui em casa a amamos muito e sei que acabamos por querer humaniza-la de certo modo, e agora posso ver que causamos alguns desequilíbrios nela. Isso é muito comum acontecer com vários animaizinhos de estimação.

Ela é muito dócil, carinhosa, sempre foi muito impetuosa, corajosa, latia e ainda late e reage até quando vê um mosquito que aparece na sua frente. Mas, apesar disto, de quando em vez, apresenta comportamentos estranhos, medos diversos.

Claro que percebendo isto, nós a encorajamos a reagir de forma mais saudável e ela sempre acaba superando seus medos.

Aonde quero chegar com tudo que estou dizendo?

Sempre digo que observar a natureza nos ajuda a perceber e aprender muito e acabamos nos dando conta que assim como afetamos a Julie, sempre que deixamos de ser realmente quem somos, tentando nos moldar, nos adequar ao que supomos que a sociedade espera de nós, vamos muitas vezes tão contra nossa própria natureza que acabamos nos prendendo, nos limitando, não nos respeitando.

E por conta de tantos desacertos, infelizmente prejudicamos nossos animais de estimação, às vezes nossos filhos, quem conosco convive e a nós mesmos. E como consequência, muitas vezes desenvolvemos em graus diferentes problemas comportamentais, desde os mais simples aos mais complexos, como a Síndrome do Pânico e tantas fobias que encontramos afetando a muitos.

Que fique aqui o alerta em refletirmos o que em nós podemos não estar permitindo, se estamos respeitando nosso temperamento, se estamos agindo de forma a sermos pessoas felizes, nos dando oportunidade de fazer o que realmente gostamos, se estamos nos dando ao direito de viver em plena liberdade, leveza, enfim, se estamos vivendo de forma harmoniosa e buscando o nosso equilíbrio.

Pensem nisto, revejam a si mesmos e se permitam mudar no que for preciso. Se não souberem realizar estas mudanças sozinhos, então procurem um profissional que os ajudem, porque com toda certeza vale a pena ser feliz.

Fiquem com meu carinho...beijos...

ValériaC


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SELINHOS QUE ENCANTAM







Ganhei estes lindos selinhos que a minha tão querida amiga de Portugal, a Maria do Blog http://algarve-saibamais.blogspot.com/, carinhosamente me presenteou.

Maria, minha querida agradeço do fundo do meu coração, pois saiba que sua amizade é muito valiosa para mim.

Quero convidá-los a conhecer o seu Blog , pois é maravilhoso, eu adoro visitar.

Sei que deveria indicar alguns Blogs para estar recebendo estes encantadores selinhos, mas quero oferta-los a cada um de vocês, com todo meu carinho e gratidão por suas presenças em minha vida. Fiquem à vontade e levem para seus recantos, todos vocês são muito especiais para mim.

Beijinhos...

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

TERESA DE CALCUTÁ, CHICO DO BRASIL...

TERESA DE CALCUTÁ, CHICO DO BRASIL...

Com este título, lemos excelente artigo que nos remeteu a recordações do grande papel desempenhado, no mundo, por Madre Teresa de Calcutá e o médium mineiro Francisco Cândido Xavier.

Ambos nasceram no ano de 1910. Ela, Teresa, na Albânia. Ele, Chico, em Pedro Leopoldo, Minas Gerais.

Ela, católica. Ele, espírita. No entanto, portavam-se um e outro como verdadeiros integrantes da família universal.

Tinham muito mais em comum do que apenas o ano de nascimento.

Seu mestre era o mesmo, Jesus. Tinham o mesmo sobrenome, amor. Nasceram com o mesmo objetivo, servir. Ela foi laureada com o Prêmio Nobel da Paz. Ele viveu pacificamente toda a vida.

Teresa de Calcutá viveu para os menos favorecidos. Queria ser pobre. Nunca conseguiu.

Seu coração transbordava riquezas: a nobreza da generosidade, as pérolas da fraternidade, os diamantes da solidariedade.

Ela dizia, em toda a sua simplicidade, que a felicidade humana é impossível de ser mensurada.

Como controlar em planilhas estatísticas a felicidade de um faminto que encontra o alimento?

Ela tinha razão. Impossível mensurar a felicidade humana. Por isso, trabalhava sem estatísticas, mas em prol da felicidade e dignidade de seus irmãos de caminhada.

Chico Xavier, do Brasil, o mineiro do século, também queria ser pobre, sem sucesso.

Doou os direitos autorais de seus mais de quatrocentos livros psicografados, que venderam e continuam a vender milhares de exemplares em todo o mundo.

Poderia ter tido polpuda conta bancária. Preferiu a simplicidade. Mas, nunca foi pobre. Sua vida foi repleta de amigos dos dois planos da vida.

Chico era e será, onde estiver, um milionário, um magnata das letras, um ícone da humildade, um pobre das moedas, mas rico de amor...

Narram que quem se aproximava de Madre Teresa de Calcutá não conseguia conter a emoção, devido à irradiação de sua serenidade e sua intensa energia espiritual.

Aqueles que conviveram com Chico afirmam que sua presença iluminava, acalmava, tranquilizava.

Chico e Teresa. Teresa e Chico. Parece que falamos de amigos: Olá, Teresa! Bom dia, Chico!

Mesmo os que não os conhecemos pessoalmente os sentimos como amigos.

Falar de suas conquistas, realizações e aventuras é como falar a respeito de amigos, porque entre amigos não há barreiras, inquietações, constrangimentos.

Teresa e Chico eram amigos do mundo, dos ricos, dos pobres, dos brasileiros, indianos, nigerianos, amigos de todos...

Teresa, de Calcutá e Chico, do Brasil deixaram marcas inesquecíveis e indeléveis. Ambos praticavam o amor.

O convite que nos deixaram é de, dentro de nossas possibilidades, vivermos como eles, servindo e amando para a construção de um mundo mais justo e fraterno.

Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita com base no artigo Teresa de Calcutá, Chico do Brasil, de autoria de Wellington Balbo

Imagem: http://images.google.com.br

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